#Proyecto Caminante #Faroleco

#4 #Proyecto caminante
(pt) (This post is only in pt, but you can check the facebook, it has beautiful photographs of healing plants)
Faroleco é um blog que sigo com muita atenção. recomendo a todos os interessados em plantas a explorarem este projecto. Apresento-vos alguma informação retirada do mesmo blog, acerca do nosso querido hipericão.

http://faroleco.blogspot.pt/2013/09/hipericao.html

#Proyecto Caminante #Faroleco

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Hipericão

Nome científico: Hypericum perforatum
Nomes comuns: Hipericão, Erva-de-São-João, Milfurada
Família: Hypericaceae
Origem: Europa, Ásia, norte da África

O hipericão é uma planta herbácea perene de porte ereto e capaz de atingir 1 metro de altura. O seu caule apresenta ramificações na parte superior e as suas folhas são ovaladas, opostas e dotadas de glândulas translúcidas, as quais podemos observar se colocarmos a folha contra a luz. Possui numerosas flores amarelas, de cinco pétalas e estames salientes, com pequenos pontos pretos ao longo das margens.

É uma planta espontânea em Portugal capaz de se adaptar a diversos ambientes ecológicos desde que sejam locais solarengos. Assim, o hipericão pode ser encontrado nos campos, em terrenos incultos, sebes, prados, nas margens das estradas e de caminhos.
Propriedades e utilizações: O hipericão é uma planta bastante conhecida e usada na medicina popular. Possui propriedades adstringentes, antissépticas, anti-inflamatórias, sedativas, calmantes, cicatrizantes, diuréticas, entre outras. Utilizando-se, por exemplo, na depressão, nas insónias, nas infeções ginecológicas e nos problemas do estômago, do fígado, da vesícula e dos rins.
Externamente o seu óleo ajuda a cicatrizar pequenas feridas, queimaduras, herpes labial e outras irritações da pele, pois estimula o crescimento celular. Em massagens, o seu óleo quente ajuda a aliviar dores musculares, entorses e nevralgias.

Para além do uso consciente desta planta (como em todas as outras), devemos ter uma especial atenção, já que o hipericão causa várias interações com medicamentos, nomeadamente antidepressivos e contracetivos – para saber mais consultar o OIPM – Observatório de Interações Planta-Medicamento. Assim como se devem evitar exposições prolongadas ao sol durante a toma/uso desta planta, pois pode provocar fotossensibilidade (a pele fica mais sensível à luz solar). Sendo que também não é uma planta recomentada a grávidas e lactantes.
Para a infusão necessitamos de 3 a 4 colheres de sumidades floridas por litro de água. Esta pode ser usada externamente como tonificante para a pele.
O seu óleo pode ser feito com as flores ou sumidades floridas colocadas em azeite e deixando macerar ao sol, um mês ou mais. Depois é só filtrar e guardar em frascos de preferência opacos.
Podemos ainda fazer um licor/xarope digestivo chamado de “ratafia”. Usamos 30g de flores (ou 20g de sumidades floridas) por litro de aguardente e um limão em rodelas. Deixamos macerar durante algumas semanas, depois coamos e juntamos 100g de açúcar.
Das suas folhas e flores podemos obter um corante amarelo, castanho ou vermelho.
O hipericão, apesar de espontâneo, pode ser usado nos jardins como cobertura do solo devido à beleza das suas flores e ao facto de ser uma planta tolerante à seca.

Curiosidades: O seu nome comum “milfurada” e o nome da sua espécie “perforatum”, deve-se ao facto das suas folhas possuírem vários pontos translúcidos visíveis em contraluz e que dão a impressão de que estas estão furadas; O nome comum erva-de-São-João está relacionado com o facto de no dia de S. João (24 de junho) a planta se encontrar em plena floração, tornando-se tradição apanhar as suas flores na manhã desse dia para obter uma melhor colheita;
As suas flores devem ser secas à sombra; A utilização do hipericão remonta aos tempos da Grécia e Roma antigas onde era usado para cicatrizar feridas; A substância activa do hipericão é a hipericina; Consumida em grandes quantidades, esta planta pode ser tóxica para o gado (bovino, ovino, caprino, equino); O hipericão não deve ser confundido com o Hipericão-do-Gerês,Hypericum androsaemum.
Hipericão
Nome científico: Hypericum perforatum
Nomes comuns: Hipericão, Erva-de-São-João, Milfurada
Família: Hypericaceae
Origem: Europa, Ásia, norte da África

O hipericão é uma planta herbácea perene de porte ereto e capaz de atingir 1 metro de altura. O seu caule apresenta ramificações na parte superior e as suas folhas são ovaladas, opostas e dotadas de glândulas translúcidas, as quais podemos observar se colocarmos a folha contra a luz. Possui numerosas flores amarelas, de cinco pétalas e estames salientes, com pequenos pontos pretos ao longo das margens.

É uma planta espontânea em Portugal capaz de se adaptar a diversos ambientes ecológicos desde que sejam locais solarengos. Assim, o hipericão pode ser encontrado nos campos, em terrenos incultos, sebes, prados, nas margens das estradas e de caminhos.
Propriedades e utilizações: O hipericão é uma planta bastante conhecida e usada na medicina popular. Possui propriedades adstringentes, antissépticas, anti-inflamatórias, sedativas, calmantes, cicatrizantes, diuréticas, entre outras. Utilizando-se, por exemplo, na depressão, nas insónias, nas infeções ginecológicas e nos problemas do estômago, do fígado, da vesícula e dos rins.
Externamente o seu óleo ajuda a cicatrizar pequenas feridas, queimaduras, herpes labial e outras irritações da pele, pois estimula o crescimento celular. Em massagens, o seu óleo quente ajuda a aliviar dores musculares, entorses e nevralgias.

Para além do uso consciente desta planta (como em todas as outras), devemos ter uma especial atenção, já que o hipericão causa várias interações com medicamentos, nomeadamente antidepressivos e contracetivos – para saber mais consultar o OIPM – Observatório de Interações Planta-Medicamento. Assim como se devem evitar exposições prolongadas ao sol durante a toma/uso desta planta, pois pode provocar fotossensibilidade (a pele fica mais sensível à luz solar). Sendo que também não é uma planta recomentada a grávidas e lactantes.
Para a infusão necessitamos de 3 a 4 colheres de sumidades floridas por litro de água. Esta pode ser usada externamente como tonificante para a pele.
O seu óleo pode ser feito com as flores ou sumidades floridas colocadas em azeite e deixando macerar ao sol, um mês ou mais. Depois é só filtrar e guardar em frascos de preferência opacos.
Podemos ainda fazer um licor/xarope digestivo chamado de “ratafia”. Usamos 30g de flores (ou 20g de sumidades floridas) por litro de aguardente e um limão em rodelas. Deixamos macerar durante algumas semanas, depois coamos e juntamos 100g de açúcar.
Das suas folhas e flores podemos obter um corante amarelo, castanho ou vermelho.
O hipericão, apesar de espontâneo, pode ser usado nos jardins como cobertura do solo devido à beleza das suas flores e ao facto de ser uma planta tolerante à seca.

Curiosidades: O seu nome comum “milfurada” e o nome da sua espécie “perforatum”, deve-se ao facto das suas folhas possuírem vários pontos translúcidos visíveis em contraluz e que dão a impressão de que estas estão furadas; O nome comum erva-de-São-João está relacionado com o facto de no dia de S. João (24 de junho) a planta se encontrar em plena floração, tornando-se tradição apanhar as suas flores na manhã desse dia para obter uma melhor colheita;
As suas flores devem ser secas à sombra; A utilização do hipericão remonta aos tempos da Grécia e Roma antigas onde era usado para cicatrizar feridas; A substância activa do hipericão é a hipericina; Consumida em grandes quantidades, esta planta pode ser tóxica para o gado (bovino, ovino, caprino, equino); O hipericão não deve ser confundido com o Hipericão-do-Gerês,Hypericum androsaemum.

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